quarta-feira, 11 de abril de 2012

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVENCIAM

                                                          Meu netinho MATEUS


O PODER DO EXEMPLO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.
Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.
Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser medrosas.
Se as crianças convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.
Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.
Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.
Se vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.
Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.
Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.
Se vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.
Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.
Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.
Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.
Se as crianças vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.
Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.
Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.
Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.
Se as crianças vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que as cercam.
Se as crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver.
Dorothy Law Nolte

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele" - Salomão (Pv. 22.6).
João Fonseca






UMA LIÇÃO DE EQUILÍBRIO

Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando nós descíamos pela rua, perguntei:
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sempre sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós somos nossos "próprios donos".
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
"Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa."
"Para saber a qualidade deles, fique doente."
Autor desconhecido.

"As pessoas MAIS FELIZES NÃO TEM, necessariamente, as 'MELHORES' COISAS. Elas simplesmente APRECIAM aquilo que tem."
Lembre-se: sua  FE L I C I D A D E  só depende de você.
João Fonseca

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


PERDÃO NÃO É ESQUECIMENTO

Nos meus dezesseis anos de ministério pastoral tenho observado pessoas aflitas dizendo que: "por não esquecer as coisas ruins que os outros lhe fizeram, não consegue perdoar o agressor". Perdão não é esquecimento. Se perdão não é esquecimento, o que é?

Perdão é LIBERTAÇÃO (Lc 4.18)

Libertação - cancelamento de uma punição ou culpa. Aquele que perdoa será mais beneficiado do que o agressor. Na maioria das vezes, o agressor não se lembra que feriu o outro. Aquele que foi ferido passa semanas, meses e talvez anos, no seu casulo, sofrendo por não perdoar. A falta do perdão, atrofia nossa percepção, passamos a sentir angústia na alma e atinge o nosso corpo. Passa de um simples perdão a uma doença chamada PSICOSSOMÁTICA (psico = alma, espírito; somático = corpo). O problema que era espiritual (falta de perdão) atinge agora o corpo (físico). A falta do perdão mata. Não fique preso no seu casulo da indiferença, perdoe. Seja livre! É um mandamento do Senhor Jesus: "Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mt 6.15).
Pensamentos:
“Sejamos como sândalo que perfuma o machado que o fere”Confúcio.
“Aquele que não perdoa os outros destrói a ponte por onde ele mesmo deve passar” – George Herbert

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

            O CRISTÃO E A DEPRESSÃO 
•    O que é Depressão?
•    O Cristão pode ficar deprimido? Ou Não?

   A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que, nos próximos vinte anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas.
   A depressão  é uma doença e como toda doença, precisa ser tratada.
   A depressão  é uma angústia na alma. Se você está angustiado, não significa que você esteja deprimido. A angústia faz parte do ser humano. Porém, se você está deprimido, você está angustiado. O que difere é que a depressão é uma angústia prolongada, por mais de duas ou três semanas, roubando-lhe o apetite, o sono, o ânimo, a socialização (passa a ter desejo de ficar só – isolamento). Tornando um distúrbio mental caracterizado por desânimo profundo, sensação de cansaço, abatimento moral e físico.
   As causas da depressão podem ser biológica, perda, culpa, autoestima baixa, estresse, sensação de tristeza, angústia, infelicidade, ausência de prazer, ansiedade.
   Não há diferença do cristão ou não cristão no tocante as vicissitudes da vida. Em outras palavras, o cristão não está imune as tempestades emocionais do seu dia a dia.
   Entretanto, o Dr. Alexander Louwer, cientista americano, em suas pesquisas sobre Fé e Depressão, conclui dizendo que o ser humano tendo fé, não entra em depressão. Para o Dr. Louwer, a depressão é inversamente proporcional a fé. Isto é, se minha fé diminui posso entrar em depressão; se ela aumenta, a depressão não se instala. Para ele admitir essa conclusão, teve da sua parte uma resistência. Pois, sendo cientista, não admitia que a fé interferisse. Porém, ressalta que essa fé, não precisa estar associada a Deus, mas a qualquer objeto ou pessoa. Dá exemplo de um adolescente que se espelha em seu pai como um homem bem sucedido e seu desejo quando crescer é ser semelhante ao pai. Porém, descobre que seu pai tem uma amante há muito tempo. A admiração e a fé que ele nutria pelo pai, vão embora. Podendo instalar-se em seu lugar, uma depressão.
   Através desse dado científico, sobre Fé e Depressão, tenho observado que o cristão quando está deprimido, sua fé está  muito abalada.
   Em Mateus 6.25-34 Jesus nos chama a atenção para nossas prioridades, e conclui ensinando: “buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”.
     No texto citado, Jesus ensina como devemos nos libertar da ansiedade, pois ela é a janela por onde entra os males na nossa alma, minando nossa fé.

Referências
HOLMES, Jeremy. Depressão. São Paulo: Segmento Duett, 2005. Conceitos da Psicanálise; v. 14.
LOUWER, Alexander. O Corpo em Depressão. 
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,oms-depressao-sera-doenca-mais-comum-do-mundo-em-2030,428526,0.htm

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


FELICIDADE NÃO CAI DO CÉU

Felicidade não cai do céu, e Deus não prometeu felicidade a ninguém. Prometeu sim, perdão dos pecados e vida eterna em Jesus Cristo. Jesus declarou: "e do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" - (Jo 3.14,15). Outras referências de vida eterna - Jo 3.16,36; 1 Jo 5.12.
Felicidade são frutos das nossas atitudes. Em Gálatas 6.7 (Livro escrito pelo apóstolo Paulo) encontramos: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará". Portanto, felicidade será sua colheita. Se colheres bons frutos és feliz. No ano passado, no período de São João, estava ralando milho quando contei quantos milhos tinham em uma espiga. 530 milhos em uma espiga. Você planta um milho e nasce um pé com duas espigas. Você colhe mil milhos. Porém, se você plantar: ódio, ressentimento, discórdia, desarmonia, o que você espera colher? Felicidade? Quer felicidade? Plante: amor, união, harmonia.
"A felicidade bate na porta, mas não gira a maçaneta. Quem decide se quer que ela entre ou não, é você".
Tenha atitude: Gire a maçaneta!
Pr J. Fonseca